O preço do bezerro renovou a máxima nominal histórica no final de setembro de 2026.
Após um período de relativa estabilidade, o preço da categoria de reposição (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, foi cotado no patamar mais alto em setembro (28).
O preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul) foi cotado a R$3.437,6 por cabeça em setembro de 2026, o maior valor diário nominal da história.
Na parcial de setembro (28), o preço da categoria de reposição subiu 1,0% frente ao valor que encerrou agosto e em relação ao último preço praticado em 2025 o ganho foi de 12,1%.
A Figura ilustra a evolução diária do preço nominal do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), em Reais por cabeça.

O preço do bezerro, apesar do recorde diário no final de setembro, a média nominal mensal ficou abaixo da observada em maio de 2026 (segunda Figura).
A expectativa, contudo, é que a categoria de reposição acompanhe a tendência de valorização do boi gordo nos últimos meses do ano e renove, também, a média nominal mensal. Vamos acompanhar!
A Figura apresenta os dados médios nominais do preço mensal do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, entre janeiro de 2020 e a parcial de setembro de 2026 (até o dia 28).

O preço do boi gordo segue em recuperação e no final de setembro voltou a ficar acima de R$363,0 por arroba.
O mercado futuro do boi gordo, aliás, segue próximo da máxima, embora mais estável, como esperado. Isso porque o mercado futuro do boi gordo antecipou o movimento de alta no físico que, de fato vem acontecendo.
E mudando de assunto, o preço do suíno vivo subiu forte em setembro, amenizando a perda em 2026 que, ainda segue próxima de 40% em relação ao final de 2025.
O preço do suíno vivo (Cepea, SP) em 2026 subiu mais de 18,0% na parcial de setembro (28), em relação ao valor que encerrou agosto e, novamente próximo de R$6,00 por kg.
Saiba também que o preço da carne bovina no atacado segue sustentado, reflexo da oferta restrita de animais prontos para o abate.
O preço da carne bovina no atacado segue sustentado, reflexo da oferta restrita, somada à alta do boi gordo, com as indústrias tentando garantir uma margem de comercialização favorável.
O preço do boi gordo também voltou a acumular alta maior que a observada para o bezerro em setembro de 2026.
Com a maior alta no animal pronto para o abate em setembro, o poder de compra do pecuarista que depende da reposição do rebanho melhorou, ainda que modestamente.
O indicador de arrobas de boi gordo por bezerro caminha para renovar a máxima para um mês de setembro, em 2026, mas caiu frente aos meses anteriores.
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